De acordo com um relatório concluído e divulgado este mês pela empresa de pesquisa de mercado Transparency (TMR), até o final de 2020 o mercado de queijos veganos deve movimentar quase R$ 13 bilhões.
A projeção é ainda mais auspiciosa para 2030, com previsão de crescimento próximo de 300%, ultrapassando R$ 36 bilhões com taxa de crescimento anual composta de 10%; percentual superior à soma de crescimento de todos os ingredientes lácteos, considerados inovadores ou não – que juntos não devem ultrapassar 5,1%.
Segundo o relatório, a mudança de hábitos alimentares que alavanca esse mercado é amparada em preocupações com o meio ambiente, bem-estar animal e saúde. Só a Europa deve responder por 40% do mercado de queijos veganos até 2030.
Hoje o mercado global de queijos vegetais já conta com diversidade – versões do tipo muçarela, cheddar, feta, provolone, minas, ricota, prato, parmesão, brie, gouda, azul, suíço e cream cheese, entre outros.
Atualmente as matérias-primas predominantes são soja, amêndoas, castanha-de-caju e outros tipos de oleaginosas. Por ora, as matérias-primas predominantes são soja, amêndoas, castanha-de-caju e outros tipos de oleaginosas.
Algumas opções como a muçarela e o cheddar já estão além de hipermercados e lojas especializadas e ganhando espaço por meio do food service e das redes de fast food, que recebem cada vez mais demandas por opções sem nada de origem animal.
Isso se tornou primeiro uma tendência e realidade na América do Norte e Reino Unido, mas que atualmente também encontra mercado no Brasil e em muitos outros países.
Também há uma estimativa da Research and Markets de que até 2024 o mercado global de alternativas aos laticínios passe a valer o equivalente a R$ 193,4 bilhões. Nos últimos anos, o setor vem conquistando consumidores que estão substituindo os laticínios por produtos à base de vegetais ou que já não se restringem aos produtos lácteos, e a tendência é que esse crescimento se acentue cada vez mais em médio e longo prazo, e por diferentes razões.
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