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Alternativas à carne devem movimentar US$ 17,9 bi até 2025

“Bife” de micoproteína (à base de fungos). uma das alternativas à carne mais promissoras até 2025 (Foto: Getty/Bartosz Luczak)

Quem está investindo no mercado de proteínas de origem vegetal pode ter mais um motivo para comemorar. Na semana passada a empresa indiana de pesquisa global Meticulous Research publicou um relatório informando que o mercado de alternativas à carne deve movimentar US$ 17,9 bilhões de dólares até 2025, com previsão de taxa de crescimento anual composta de 5,2%.

Segundo a MR a cada dia aumenta o número de consumidores mais conscientes, em busca de alternativas à carne; e como consequência isso favorece o crescimento de um mercado que busca oferecer produtos mais éticos e sustentáveis.

Entre os destaques promissores até 2025, o relatório cita proteínas de algas, lentilhas, ervilhas, arroz, milho, batata, soja, trigo, cogumelos, micoproteínas (baseada em fungos) e canola.

E analisando oferta e demanda em 2018, a Meticulous Research aponta que no ano passado o mercado foi dominado pela proteína de soja, de trigo, de canola, de cogumelos e micoproteínas em decorrência de maior aceitação dos consumidores e também de maior oferta e menor custo.

“Há um aumento da demanda por produtos à base de plantas, fácil disponibilidade de matérias-primas e grande número de aplicações em diversos setores”, frisa o relatório, acrescentando que o que tem ajudado a impulsionar esse mercado é a crescente população vegetariana e vegana.

David Arioch

Jornalista (MTB: 10612/PR), mestre em Estudos Culturais (UFMS) com foco em pesquisa sobre veganismo e fundador da Vegazeta.

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