Cresce interesse por alimentos à base de vegetais na América do Sul

Em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru até 90% dos entrevistados revelaram interesse em consumir mais alimentos à base de vegetais

Mercado de alimentos à base de vegetais tem condições de crescer muito mais na América do Sul com base no aumento da demanda (Foto: Unsplash)

De acordo com uma pesquisa concluída em outubro pela Ingredion em parceria com a Opinaia, o interesse por alimentos à base de vegetais na América do Sul é bastante promissor.

A conclusão veio após o relatório apontar que em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru até 90% dos entrevistados revelaram interesse em consumir mais alimentos à base de vegetais, motivados principalmente por uma preocupação com uma alimentação de melhor qualidade e com o reconhecimento da importância de reduzir o consumo de alimentos de origem animal.

Segundo a pesquisa, para esses consumidores, a qualidade em sabor e a discriminação dos ingredientes de forma bastante clara nos rótulos são dois importantes fatores na hora de comprar produtos alimentícios. Além disso, 67% disseram que consideram o comprometimento das marcas com a sustentabilidade outro fator de relevância.

Mercado tem condições de crescer muito mais

Uma empresa especializada em oferecer soluções em ingredientes para a indústria alimentícia, a Ingredion concluiu que o mercado de alimentos à base de vegetais tem condições de crescer muito mais na América do Sul com base no aumento da demanda. Além disso, identificou que os consumidores estão se tornando mais exigentes em comparação com as décadas anteriores.

“Há um consenso sobre a importância dos alimentos na qualidade de vida. Hoje, comer bem significa ser saudável. Portanto, ao consumir alimentos e bebidas, as pessoas buscam salubridade, além de sabor e preço acessível; e isso ao mesmo tempo em que se preocupam em saber a origem dos ingredientes consumidos no cotidiano”, avalia a diretora de marketing da Ingredion para a América do Sul, Andrea Favre.

Saiba Mais

A pesquisa entrevistou 5.705 pessoas na América do Sul.

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