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Histórias de animais abandonados viram tema de linha de camisetas

Em Paranavaí, no Noroeste do Paraná, a marca Libertino criou uma linha de camisetas para chamar a atenção para o abandono e maus-tratos contra animais. As estampas são inspiradas em cães e gatos amparados pela Sociedade Protetora dos Animais de Paranavaí (Spap).

“Pelo menos R$ 20 da venda de cada peça serão destinados à Spap, que faz um valioso trabalho de proteção animal. A intenção também é destacar a importância de contribuir com quem ajuda os animais. Afinal, todos nós podemos ajudar de alguma forma, mesmo que seja com ações voluntárias”, diz o empresário e engenheiro civil Ricardo Sordi, proprietário da marca.

Histórias inspiradoras deram origem às camisetas

Entre os homenageados pela Libertino estão cães e gatos como Pulguinha, Xulinha, Sangue Bom, Carona e Padrasto, vítimas de abandono e maus-tratos que teriam morrido se não fosse pelo trabalho da Spap, que hoje abriga 400 animais, embora tenha capacidade para 300, o que justifica necessidade de apoio.

“Temos histórias de superação, de amor pela vida, de animais que se tornaram ‘pais e mães postiços’, de doadores de sangue; de outros que não eram muito sociáveis, mas lá dentro criaram um vínculo inseparável com outros animais. São mudanças que fazem a gente se sensibilizar”, informa Ricardo Sordi.

E acrescenta: “Neste período de pandemia de covid-19, as camisetas estão sendo comercializadas somente pela loja virtual da Libertino. Lá, junto à descrição de cada camiseta, você encontra a história de cada animal.”

Para conhecer as histórias e os 14 modelos de camisetas, clique aqui e visite a loja virtual da Libertino.

Em caso de dúvida, ligue para (44) 99912-2590

Saiba Mais

Todo o atendimento da Sociedade Protetora dos Animais de Paranavaí (Spap), que está sempre precisando de doações, é prestado em sua sede, uma chácara na saída de Paranavaí, sentido a Nova Aliança do Ivaí, que em 1995 contava somente com um “canilzão” improvisado. De lá pra cá, as mudanças mais significativas ocorreram a partir de 2012, quando os animais passaram a ser divididos em setores e a sede ganhou um espaço que funciona como clínica de tratamento, cirurgia e castração.

David Arioch

Jornalista e especialista em jornalismo cultural, histórico e literário (MTB: 10612/PR)

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