Quando o assunto envolve produtos veganos, hoje um dos mercados com maior projeção de crescimento é o de proteína em pó, que até 2026 deve crescer ao ano pelo menos 14%, alcançando um valor de mercado equivalente a mais de R$ 70 bilhões. segundo pesquisa da Fior Markets.
“Proteína em pó vegana significa simplesmente que a proteína vem de fontes vegetais, como oleaginosas, sementes, grãos e legumes em vez de produtos de origem animal como laticínios, carnes e ovos. Soja, cânhamo, ervilha, arroz e amendoim são exemplos de proteína em pó vegana”, esclarece o relatório que analisa o mercado global.
A vantagem da proteína em pó de origem vegetal, segundo a Fior Markets, é que são ricas em boas fontes de fibras que favorecem maior digestibilidade e melhoram a motilidade, reduzindo sintomas envolvendo gases e inchaço. “Esses fatores estão impulsionando esse aumento na demanda”, informa.
O relatório também cita a promoção do veganismo, redução do consumo de alimentos de origem animal e busca por fontes de proteínas não animais por motivos diversos – incluindo restrições alimentares.
Além disso, segundo o relatório, mais do que nunca, as proteínas veganas estão sendo vistas como boas opções sob orientação adequada quando o objetivo é controle de peso e ganho de massa muscular. Da América do Sul, a pesquisa cita o Brasil como país promissor no mercado de proteínas em pó vegana, hoje liderado por EUA e Canadá.
Como destacamos na VEGAZETA em 2019, há muitos consumidores que estão trocando suplementos de proteínas mais convencionais como o whey protein, baseado no soro do leite, pelos seus equivalentes de origem vegetal; o que já motivou praticamente todos os fabricantes de suplementos de proteínas do Brasil a lançarem suas próprias versões à base de soja, ervilha, arroz, etc.
Atualmente no Brasil entre as principais opções estão as proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.
O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, segundo relatório da PMR, é que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol. Vale lembrar também que as proteínas veganas em pó já são utilizadas também no enriquecimento de alimentos.
Em “O Polonês”, seu mais recente romance publicado no Brasil, o escritor sul-africano J.M. Coetzee,…
No livro “A Idade do Ferro”, de J.M. Coetzee, que se passa durante os últimos…
No filme belga “O Jovem Ahmed”, dos irmãos Dardenne, Ahmed (Idir Ben Addi), após cometer…
Quando se aceita que não há crueldade no que se faz contra os animais, como…
Ser vegano “é coisa de mulher”? Autoras como Carol J. Adams trazem contribuições para pensarmos…
Estudado em escolas de comunicação social do mundo todo e falecido recentemente, o filósofo e…