Por que animais que serão abatidos geralmente não têm nome?

Uma reflexão a partir do filme “Homens à beira de um ataque de nervos”, de Audrey Dana Por que quando um animal criado para consumo recebe um nome é mais difícil desejá-lo morto (carne) ou matá-lo? Não que seja sempre assim, mas dar um nome a um animal que será morto para fins alimentícios possibilita […]
Por que montar em cavalos?

No filme “A Incrível Aventura de Rick Baker”, do neozelandês Taika Waititi, há uma cena em que o órfão Rick (Julian Dennison) conversa com Bella (Rima Te Wiata), que o recém-adotou, enquanto passeiam perto da propriedade dela, em uma grande área onde vivem livremente cavalos selvagens. Rick pergunta se ele pode montar em um deles. […]
Animais não deveriam ser reduzidos a propriedades

Submeter um animal a um interesse humano depende do conceito de propriedade que atribuímos a ele. Então quando posso dizer que o interesse de um animal é levado a sério se ele é trazido ao mundo para ser uma propriedade? Ao classificarmos animais como propriedades, os exploramos de acordo com nossos interesses, porque é permitido […]
Por que submetemos os animais à imundície?

A sujidade de um animal criado para consumo é evocativa de sua condição de extrema subalternidade. Ainda assim, o ambiente sujo, seu corpo sujo e sua expressão podem permitir conclusões variáveis dependendo de nossa bagagem e predisposição – de como concebemos transigências e intransigências em relação ao que percebemos como “parte de um mundo ou […]
É justo causar mal a um grande número de animais por alegado benefício a outros?

É justo causar mal a um grande número de animais por alegado benefício a outros? Esse mal não resulta do quanto é cômodo impor dor a animais que não podem livrar-se de sua condição subalternizada de sofrimento? Há muitos pequenos animais considerados “vítimas ideais” de procedimentos para os quais atribui-se suposta necessidade atrelada “à fácil […]
Submeter animais ao consumo humano é destruí-los

Quanto mais um animal parece-nos “estranho” em sua condição física, de dissemelhança, o processo de tirar-lhe a vida (não vista nem tratada como sua) é reconhecido como menos incômodo, porque persiste uma ideia de que “oblitera-se algo (alguém) muito diferente de nós”, e “quanto mais distante de nós, menos difícil é fazê-lo.” Porque usa-se como […]