Ativistas pedem ajuda para custear resgate de um bezerro

Segundo Sita Beatriz, resgate de Alecrim representa uma segunda chance para um tipo de animal tão considerado na indústria como algo e não alguém

“Já tivemos que pagar do nosso próprio bolso os materiais pra construção do cercado e da área coberta e as diárias dos dois pedreiros” (Foto: Divulgação)

Ativistas em defesa dos animais, Sita Beatriz e Gui Cavalcanti, do espaço permacultural Casa Jubarte, em Alto Paraíso de Goiás (GO), na Chapada dos Veadeiros, estão pedindo ajuda para custear o resgate de um bezerro.

Segundo Sita, a ação representa uma segunda chance para um tipo de animal tão considerado na indústria como algo e não alguém.

“Ontem, eu e Gui passamos o dia em Brasília para resolver o transporte dele pra Chapada. Algumas horinhas de ansiedade por conta de um documento, mas deu tudo certo”, diz e acrescenta que só os gastos com transporte ficaram em R$ 1,2 mil.

“Já tivemos que pagar do nosso próprio bolso os materiais pra construção do cercado e da área coberta e as diárias dos dois pedreiros”, explica.

“Qualquer quantia, principalmente as simbólicas de coração, vão nos salvar nessa, pra gente seguir com os próximos dias de construção e sua logística, voluntariando nessa causa e levantando os recursos para o devido acolhimento do Alecrim na Capim Estrela [uma área de reserva ambiental com chalés ecológicos às margens do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros].”

Como doar

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