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Pesquisa elege países em que o veganismo cresce em popularidade

Veganos em manifestação em Londres durante a Marcha pelos Direitos Animais (Foto: Jack Taylor/Getty)

Uma pesquisa feita pelo site internacional de culinária Chef’s Pencil, com base em dados do Google Trends, elegeu 15 países em que o veganismo tem se tornado mais popular em 2020, mas principalmente durante o período de pandemia da covid-19.

“Dados do Google Trends mostram que a popularidade do veganismo está em alta, ultrapassando o recorde anterior registrado em 2019. Para colocar as coisas em perspectiva, o veganismo agora é duas vezes mais popular do que há apenas cinco anos, e não mostra qualquer sinal de desaceleração”, informa o Chef’s Pencil.

Na pesquisa, o Reino Unido (em grande parte por causa da Inglaterra e Escócia) ficou em primeiro lugar, seguido por Austrália, Israel, Áustria, Nova Zelândia, Alemanha, Suécia, Suíça, Canadá e Irlanda. Países como Holanda, Estados Unidos, Dinamarca, Finlândia e Chile vem na sequência.

Veganismo mais forte do que nunca

“O veganismo está mais forte do que nunca, como você pode ver pelo número de países cuja culinária tradicionalmente é baseada em carne e laticínios”, avalia o CP.

Já em relação as cidades, os destaques são Bristol, Portland, Edimburgo, Londres, Amsterdã, Hamburgo, Berlim, Manchester, Vancouver, Leipzig, Seattle, Tel-Aviv-Yafo, Colônia, Adelaide e Glasgow.

No entanto, é importante considerar que esses dados são baseados em buscas por palavras-chaves associadas ao veganismo. O que significa que esses países estão se destacando atualmente por terem mais pessoas buscando informações sobre veganismo.

“Um ano para esquecer – isso é o que 2020 tem sido até agora para tantas pessoas, assim como para empresas e indústrias, mas não para o movimento vegano. O veganismo está bombando – sua popularidade e adesão continuam crescendo em níveis recordes.”

David Arioch

Jornalista e especialista em jornalismo cultural, histórico e literário (MTB: 10612/PR)

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  • Um dia, ser vegano será tão natural quanto respirar e, para os que apreciarem viver, será vital. Um dia exorcisaremos a prática de incluir cadáveres no cardápio, um hábito macabro que ainda não foi de todo extinto, por causa da teimosia e da ignorância humanas, milenares, colossais. Por enquanto ainda continuamos sendo o Homo Sapiens sem sabedoria, irracional e inferior que considera indispensável matar inocentes, a fim de almoçar.

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