Uma pesquisa da Markets and Markets divulgada na semana passada prevê crescimento de mais de 50% do mercado global de proteínas à base de vegetais com aplicação nos segmentos de alternativas à carne e aos laticínios, além do uso em nutrição esportiva.
De um valor de 10,3 bilhões de dólares em 2020, a previsão é de que o mercado chegue a 15,6 bilhões em 2026. “O segmento de líquidos deve ter a maior taxa de crescimento”, avalia a empresa de pesquisa.
Segundo a Markets and Markets, o mercado tem sido favorecido pela diversa demanda por proteínas de origem vegetal na indústria alimentícia, que em diversas partes do mundo busca cada vez mais ingredientes para o desenvolvimento de produtos comercializados como alternativas às opções de origem animal.
A pesquisa cita a proteína de ervilha como um dos destaques e reforça que há mais oportunidades de expansão por causa do potencial de crescimento em diversos segmentos.
“A proteína vegetal é incorporada para agregar valor nutricional a vários produtos. Diferentes fontes de produtos são desenvolvidas em tipos como isolados, concentrados e texturizados, que podem ser utilizados em diferentes tipos de alimentos à base de vegetais, incluindo alternativas à carne e aos laticínios, refeições prontas, confeitaria e outros tipos de alimentos.”
“A previsão é de que a demanda por proteína vegetal obtida por meio de extrusão úmida permaneça alta durante o período de previsão.”
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